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Sobre os Agrupamentos

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Art’Ventus Quintet

Fundado em 2020, o Art’Ventus Quintet é um quinteto de sopros eclético. Formado por cinco dos mais notáveis músicos portugueses, solistas em orquestras e agrupamentos nacionais e internacionais, e docentes em diversas instituições de ensino superior, o Art’Ventus Quintet representa o respeito pela partitura, trazendo a sua própria interpretação e incutindo toda a paixão que sentem pela música. Para este quinteto, o concerto significa trazer para palco os detalhes sonoros e estéticos, contribuindo de forma direta e autêntica para uma experiência única do seu público. O seu primeiro registo discográfico Swiss Treasures foi lançado em 2023 na editora Prospero Classical Records, com o apoio de diversas instituições suíças. Nele, o Art’Ventus Quintet apresenta quatro obras de compositores suíços (duas obras em primeira gravação mundial), que ficaram praticamente esquecidas no tempo. Desde a sua criação, o Art’Ventus Quintet tem sido convidado a participar em prestigiados festivais, destacando-se a Marvão International Academy for Arts Music and Science, o Festival de Artes do Dão e o Festival BSP Júnior. É composto por Paula Soares (flauta transversal), Tiago Coimbra (Oboé), Horácio Ferreira (Clarinete), Nuno Vaz (Trompa) e Raquel Saraiva (fagote).

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Maat Saxophone Quartet

Maat Saxophone Quartet é um ensemble português/holandês residente em Amesterdão, na Holanda. Vencedores do “Prémio Jovens Músicos” (2018) e do prémio Dutch Classical Talent (2022) na Holanda, os Maat apresentam-se como um dos mais promissores jovens grupos de música de câmara nos dois países. Desde a sua formação (2018) enquanto alunos da classe de saxofones de Arno Bornkamp (Conservatório de Amsterdão), o Maat Saxophone Quartet explora várias realidades dentro do seu repertório. O gosto pela música contemporânea faz com que o grupo trabalhe regularmente com compositores, destacando-se Nuno Lobo, Arnold Marinissen ou Ramin Amin Tafreshi, contando com mais de dez encomendas. Paralelamente, são alunos da NSKA – Academia Holandesa de Quartetos de Cordas, onde exploram o repertório tradicional de quartetos de cordas. Em 2020 lançaram o seu primeiro CD “Ciudades” com a editora 7 Mountains Records Amsterdam. A revista holandesa De Luister publicou, acerca do CD “Ciudades”, que “pode-se ser breve acerca da performance do Maat: promissora, diabolicamente boa e contagiosa em todas as obras”. Na temporada de 2022/2023 o Maat Saxophone Quartet trabalha com a companhia holandesa AYA Danstheater e com a coreógrafa Wies Bloemen na produção de um espetáculo para crianças 6+ WILD, com composições originais do compositor iraniano Kaveh Vares. Paralelamente, faz parte da produção Triolino da Jeunesse Musik Erleben, resultando numa tour pela Áustria. Em 2023 lançam o seu segundo CD “Renascer”, juntamente com o guitarrista António Carlos Costa, juntando o tradicional Fado à música contemporânea. O CD é editado pela 7 Mountain Records. Na temporada 2023/2024 o Maat vai estrear a sua própria produção “No one is too small" sobre o tópico das alterações climáticas.

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Grupo Vocal Olisipo

O Grupo Vocal Olisipo foi fundado em 1988, tendo sido desde então dirigido por Armando Possante. O seu repertório é vasto e eclético, abrangendo obras do período medieval aos dias de hoje. Tem colaborado frequentemente com compositores, tendo apresentado em primeira audição obras de compositores nacionais e estrangeiros. Trabalhou com dois dos mais prestigiados ensembles mundiais da atualidade, “Hilliard Ensemble” e “The King’s Singers”, e também interpretação de ópera barroca com Jill Feldman. Galardoado com diversos prémios em concursos internacionais, apresentou-se nos principais Festivais de Música em palcos como os do Centro de Arte Moderna, Centro Cultural de Belém, Teatro Nacional de S. Carlos, Casa da Música e Teatro Rivoli, entre muitos outros. Tem colaborado com vários ensembles instrumentais e orquestras, como o Quarteto Lacerda, Quarteto Arabesco, Capella Real, Músicos do Tejo, Academia de Música Antiga, Orquestra de Cascais e Oeiras, OrchestrUtopica, Orquestra Sinfónica Juvenil, Orquestra do Algarve, Orquestra Filarmonia das Beiras e Orquestra Metropolitana de Lisboa. Internacionalmente tem-se apresentado em concertos por toda a Europa, no congresso da ABCD em Inglaterra, no Festival 500 no Canadá, no International A Cappella Festival em Singapura e no Centro Botín em Espanha. Em todos estes festivais, o grupo orientou diversos workshops para coros e maestros de todo o mundo.

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Quarteto de Cordas de Matosinhos

O Quarteto de Cordas de Matosinhos (QCM) foi criado pela Câmara Municipal de Matosinhos, desenvolvendo na cidade temporadas regulares de concertos.

Em 2014/15, foi escolhido como um dos ECHO Rising Stars, realizando uma digressão de 16 concertos em algumas das mais importantes salas de concerto europeias. O QCM apresenta-se também nas maiores salas de concerto portuguesas e colabora com alguns dos mais destacados músicos portugueses.

O QCM acarinha o repertório português para quarteto de cordas, interpretando obras menos conhecidas, tendo já estreado mais de 20 novas obras.

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AnimArpa

Carolina Coimbra e Beatriz Cortesão representam a nova geração de harpistas portugueses. Partindo de uma forte conexão artística e de uma relação humana extraordinária, surge a intenção de tocarem em duo, sempre com alma, con anima em italiano, a linguagem universal da música, nascendo assim o Duo AnimArpa. Os planos futuros incluem concertos aquém e além-fronteiras, abrangendo momentos de descentralização, bem como gravações e organização de outros momentos inovadores. Os caminhos de Carolina e Beatriz cruzaram-se em Portugal, intensificando-se a partir do momento em que Beatriz tomou contacto com a Prof.ª Dr.ª Irina Zingg, através do HarpMasters Summer Academy, escola de referência mundial no panorama harpístico internacional, que continua a impulsionar a carreira de ambas. Carolina Coimbra tornou-se, inicialmente, um apoio artístico importante para Beatriz, apoio esse que, atualmente dado o grau artístico superlativo de ambas acaba por ser fraternalmente recíproco, sendo alimentada também uma relação de amizade que muito acrescenta ao crescimento de ambas e, naturalmente, do Duo AnimArpa. Carolina Coimbra formou-se na Universidade de Artes em Zurique com as professoras Sarah O’Brien, Catherine Michel e com a Prof.ª Dr.ª Irina Zingg, com quem também realizou uma Pós-Graduação em Milão, na Scuola Civica di Musica Claudio Abbado. Colabora com orquestras da Fundação Gulbenkian, Teatro la Fenice di Veneza, Teatro San Carlo di Napoli, Teatro Reggio di Torino, etc. Nos últimos anos esta escola também acolheu Beatriz Cortesão, e a Prof.ª Dr.ª Irina Zingg tem sido a sua mestra e mentora, tendo completado o Mestrado com a mais alta classificação. Beatriz Cortesão foi premiada no 21º International Harp Contest em Israel, o concurso de harpa mais prestigiado a nível internacional. Em 2023, venceu o Prémio Jovens Músicos no qual obteve o Prémio Jovem Músico do Ano. O Duo AnimArpa e as harpistas Beatriz Cortesão e Carolina Coimbra contam com o apoio da DHArtes Produções.

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Mvsica Antiqva Porto

O grupo Mvsica Antiqva Porto foi fundado em 2018pelo organista e cravista Rui Soares e surge como consequência da procura pela veracidade em termos interpretativos da música antiga. Trata-se, portanto, de um grupo cuja sua formação varia mediante os programas a serem executados. De momento, conta com 10 elementos especializados na interpretação historicamente informada do repertório do Renascimento e do Barroco. Para aproximar o público das sonoridades ancestrais, este grupo utiliza cópias dos instrumentos dos séculos XVII e XVIII aliado às práticas instrumentais em vigor nos referidos séculos. O grupo assume variadas formações, sempre em função do repertório a ser trabalhado. A riqueza estilística dos repertórios do barroco europeu, partindo da interpretação historicamente informada, são também, os desafios colocados por todos os elementos   que constituem este projeto.

Desde a sua génese, tem trabalhado, ininterruptamente, com autarquias, associações, universidades, academias e conservatórios de música, museus, festivais, entidades culturais em todo o país.

Portuguese Brass

Os Portuguese Brass nasceram do entusiasmo de dez músicos nacionais que se reuniram pela primeira vez em 2010, na cidade de Braga. O decateto de metais apresenta um âmago eclético. Mediante um repertório variado, que inclui obras originais para a formação, arranjos de música clássica, jazz, popular, entre outros, os Portuguese Brass procuram tocar públicos diversos demonstrando o que de melhor se faz em Portugal. O ensemble é constituído por músicos exigentes que perseguem um constante aperfeiçoamento e que pretendem dar mostras da versatilidade dos instrumentos de metal. Desde a sua fundação, os Portuguese Brass entusiasmam quem os ouve, criando uma atmosfera de harmonias perfeitas e sonoridades magníficas. Têm tido uma atividade bastante intensa no panorama cultural português, marcando presença em vários eventos de relevo. No ano de 2017 os Portuguese Brass prestaram um tributo a George Gershwin (1898-1937), assinalando os 80 anos da morte do compositor num concerto (em direto para a antena 2) inserido no X festival internacional de música da primavera de Viseu e outro promovido pela Camara Municipal de Braga, onde foi interpretada a Rhapsody in Blue, tendo como solista o pianista Mário Laginha. Paralelamente a toda a atividade concertista, os Portuguese Brass gravaram o seu primeiro Cd "PICTURES FROM RUSSIA”. Sendo parte integrante da sua missão, que os Portuguese Brass também consideram ser muito importante - a vertente educativa e pedagógica, o decateto promoveu diversas masterclasses. Trabalha regularmente com os Maestros Fernando Marinho, José Eduardo Gomes, Diogo Costa e Pedro Neves. Trompetes: António Silva; Carlos Leite; Carlos Martinho; Ruben Castro; Trompas: Hélder Vales; Nelson Braga Trombones: Ricardo Pereira; Zeferino Pinto; Joaquim Oliveira Tuba: Romeu Silva

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Quarteto Tejo

O Quarteto Tejo teve origem nas margens do rio que lhe dá nome após quatro jovens músicos portugueses a residirem em diferentes países europeus se terem encontrado num curso de aperfeiçoamento artístico. O entusiasmo por abordar a música sem barreiras formais e experimentar diferentes sentimentos e ideias em união, levou-os a formalizar o quarteto. Desde então, o Quarteto Tejo tornou-se num dos mais reconhecidos agrupamentos de câmara em Portugal, impulsionado pelo 1º Prémio no Prémio Jovens Músicos 2019 na categoria de Música de Câmara. Do momento da sua origem em 2019, o quarteto apresentou-se em salas de concerto como o Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, a Casa da Música e o Centro Cultural de Belém, e integrou o Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim, o Festival Estoril Lisboa, Cistermúsica e os Serões Musicais do Palácio da Pena. Em 2020 o agrupamento foi aceite no Conservatoire a Rayonnement Regional de Paris, onde actualmente integra a classe do professor Miguel da Silva (Quatuor Ysaÿe). Paralelamente, recebe instrução dos professores Paul Wakabayashi, Kyril Zlotnikov (Jerusalem Quartet) e Paulo Gaio Lima. Em 2019 foi um dos grupos selecionados para a residência artística em West Dean College, Inglaterra, onde recebeu instrução intensiva do Quarteto Chiligirian. Numa vertente que conjuga performance e pedagogia, o quarteto participou no ciclo “Ouvidos para a Música” em parceria com o maestro Martim Sousa Tavares, e orientou masterclasses no Conservatório Regional de Música de Viseu em parceria com a Orquestra Sem Fronteiras. Outras parcerias artísticas do quarteto incluem o David Oistrakh Quartet e o clarinetista António Saiote. O grupo é composto por André Gaio Pereira e Tomás Soares (violinos), Sofia Silva Sousa (viola) e Beatriz Raimundo (violoncelo).

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Reeds in Motion

Reeds in Motion é uma formação inovadora e ousada. Tal como o nome indica, reúne instrumentos da familia das palhetas, numa combinação singular e original, que permite criar não só momentos íntimos mas também um magnifico efeito orquestral, devido à sua rica e fascinante sonoridade.

Fundado na Suíça, Reeds in Motion, actua em inúmeros festivais deste país, tais como o Festival Menuhin em Gstaad, Lavaux Classique e KlangBasel, como também no estrangeiro, no France Musique em Paris e o Festival Internacional de Sopros em Yerevan.

O Ensemble lançou e estreou vários arranjos, expandindo o repertório para esta formação e possibilitando, através de novas cores tonais, um (re)descobrimento de peças já conhecidas pelo público. Para esse propósito, os músicos estabelecem uma colaboração regular com o compositor Stefan Schröter. Além disso, no seu repertório, constam também obras contemporâneas. Esta riqueza e flexibilidade do repertório permite, ao Reeds in Motion, criar os seus programas em torno de temas específicos e peculiares dando aos músicos a possibilidade de explorar toda a riqueza sonora do quinteto de palhetas.

Os cinco músicos, que se juntaram em 2017, para criar o Reeds in Motion, apresentam-se regularmente em orquestras sinfónicas e de câmara e ainda como solistas. Entre outras, destacam-se a Orquestra da Ópera de Zurique, Orquestra da Tonhalle de Zurique, Orquestra Sinfónica de Berna, Orquestra de Câmara de Basel, a Orquestra Festival Alumni de Lucerna, Orquestra Sinfónica de Basel, Trio Eclipse e Ensemble Zefirino.

Em 2021 lançaram o seu primeiro CD “Jeux d’Air”.

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